domingo, 26 de dezembro de 2010

A xará está certíssima...



Escrito por Regina Brett, 90 anos de idade, que assina uma coluna no The Plain Dealer, Cleveland, Ohio


"Para celebrar o meu envelhecimento, certo dia eu escrevi as 45 lições que a vida me ensinou.
É a coluna mais solicitada que eu já escrevi."
Meu hodômetro passou dos 90 em agosto, portanto aqui vai a coluna mais uma vez:

1. A vida não é justa, mas ainda é boa.
2. Quando estiver em dúvida, dê somente o próximo passo, pequeno .
3. A vida é muito curta para desperdiçá-la odiando alguém.
4. Seu trabalho não cuidará de você quando você ficar doente. Seus amigos e familiares cuidarão. Permaneça em contato.
5. Pague mensalmente seus cartões de crédito.
6. Você não tem que ganhar todas as vezes. Concorde em discordar. 7. Chore com alguém. Cura melhor do que chorar sozinho.
8. É bom ficar bravo com Deus. Ele pode suportar isso.
9. Economize para a aposentadoria começando com seu primeiro salário.
10. Quanto a chocolate, é inútil resistir.
11. Faça as pazes com seu passado, assim ele não atrapalha o presente.
12. É bom deixar suas crianças verem que você chora.
13. Não compare sua vida com a dos outros. Você não tem idéia do que é a jornada deles.
14. Se um relacionamento tiver que ser um segredo, você não deveria entrar nele.
15. Tudo pode mudar num piscar de olhos. Mas não se preocupe; Deus nunca pisca.
16. Respire fundo. Isso acalma a mente.
17. Livre-se de qualquer coisa que não seja útil, bonito ou alegre.
18. Qualquer coisa que não o matar o tornará realmente mais forte.
19. Nunca é muito tarde para ter uma infância feliz. Mas a segunda vez é por sua conta e ninguém mais.
20. Quando se trata do que você ama na vida, não aceite um não como resposta.
21. Acenda as velas, use os lençóis bonitos, use roupa chic. Não guarde isto para uma ocasião especial. Hoje é especial.
22. Prepare-se mais do que o necessário, depois siga com o fluxo.
23. Seja excêntrico agora. Não espere pela velhice para vestir roxo.
24. O órgão sexual mais importante é o cérebro.
25. Ninguém mais é responsável pela sua felicidade, somente você..
26. Enquadre todos os assim chamados "desastres" com estas palavras 'Em cinco anos, isto importará?'
27. Sempre escolha a vida.
28. Perdoe tudo de todo mundo.
29. O que outras pessoas pensam de você não é da sua conta.
30. O tempo cura quase tudo. Dê tempo ao tempo..
31. Não importa quão boa ou ruim é uma situação, ela mudará.
32. Não se leve muito a sério. Ninguém faz isso.
33. Acredite em milagres.
34. Deus ama você porque ele é Deus, não por causa de qualquer coisa que você fez ou não fez.
35. Não faça auditoria na vida. Destaque-se e aproveite-a ao máximo agora.
36. Envelhecer ganha da alternativa: morrer jovem.
37. Suas crianças têm apenas uma infância.
38. Tudo que verdadeiramente importa no final é que você amou.
39. Saia de casa todos os dias. Os milagres estão esperando em todos os lugares.
40. Se todos nós colocássemos nossos problemas em uma pilha e víssemos todos os outros como eles são, nós pegaríamos nossos mesmos problemas de volta.
41. A inveja é uma perda de tempo. Você já tem tudo o que precisa.
42. O melhor ainda está por vir.
43. Não importa como você se sente, levante-se, vista-se bem e apareça.
44. Produza!
45. A vida não está amarrada com um laço, mas ainda é um presente.

O destaque em negrito é meu, as dicas favoritas!

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

PRESENTE DE NATAL = F É R I A S!



Há uns 3 anos seguidos tenho me dado férias de Natal!
A cada ano este tempo ocioso se torna mais precioso e necessário.
Lembra quando você era mais jovem e saía a noite pra uma balada e trabalhava no dia seguinte como se não tivesse dormido só 3 horas!
Hoje se perco umas horas de sono levo dias pra me recuperar. Acredite!
Há um tempinho atrás fui ao sambódromo, sambei a noite inteira mas no dia seguinte estava morta, não pude sequer sair da cama!
Isto já faz uns 6 anos, por que hoje em dia nem sonho com tal façanha!
Ia ser direto pro hospital!
Este conversê todo é pra que possam imaginar alguém cansada, realmente necessitada de férias.
Quando penso nas pessoas que não tiram férias,seja lá por qual motivo, morro de dó!
Vou ficar assim mesmo de perninhas pro ar, esparramada no meu supertravesseiro, e nem pensem em me dizer que isto é tédio ou depressão ou sei lá mais o quê.
Alguns acham que férias é maratona de fazer tudo-o-que-não-se-pode-fazer-quando-se-está-trabalhando: E aí saem de férias e vão acampar (argh!), viagens intermináveis num pacotão de visite 40 cidades na Europa em 15 dias,escalam montanhas, pegam surf, vão a todas as exposições, museus, filmes etc e ...visitam parentes distantes!
Ah, esta ida para casa dos outros então é típica dos menos abastados!
Uma verdadeira tortura.
Aluga-se uma casa de campo ou praia e pra lá seguem um bando de pessoas com bagagens, colchão, travesseiros, cobertas, sacos de dormir, mantimentos, ventiladores e passam os dias dormindo no chão, na maior sujeira e bagunça, sem comer direito, sem poder tomar banho direito (cada um tem 5 minutos no chuveiro!)e ainda acham divertido!
Sei que estou parecendo a mais antisocial dos seres humanos na Terra, sei que pode ser legal para a maioria das pessoas a convivencia dioturna com os amigos, comendo churrasco e tomando cerveja de calção na beira da piscina num belo dia de sol.
Sei também que as lembranças da viagem, as fotos, o sair da rotina, o ver novas paisagens, também permanecem depois que as férias acabam.
No momento isto me dá arrepios.
Aeroportos lotados, malas perdidas,barulho não te deixando dar aquela cochiladinha depois da praia.
E aquele livro que você trouxe pra ler, mas ninguém sabe aonde foi parar...
Ah, quando se é criança e jovem, a farra é bem-vinda.
Estava lembrando contando pro Breno as idas para casa do Tio Fernandes em Teresópolis, maior barato.Muita gente, cavalo, piscina, brincadeiras sem fim.
A ida pra casa da vó em Minas também era ótima, brincar na rua, ver galinha, porco, tudo bicho solto no quintal.Ter medo daquela janela aberta dando pra rua de noite...
Aventura.
Adolescente então era carona na estrada, casa de pescador, república, topava qualquer parada, nem sempre parava em qualquer topada!
Topava, machucava, sacudia a poeira e partia pra outra.
Vomito do vinho barato ardendo na garganta.
Garoto-nada-a-ver que está aqui bem do seu lado no saco de dormir.Como assim?!
Agora não me convidem pra show do Roberto Carlos na praia de Copacabana, pra ir ao Rock'n Rio, pra excurção a Aparecida, pra passar o Reveillon naquela casa alugada...
Tô super, hiper, pra lá de FORA!

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

PERDOAI VOSSOS INIMIGOS ASSIM COMO...



O Senhor me concedeu uma Graça, antes assim não considerada por mim.
Achava que era um problema sério, até tomei vários tipos de remédios, fitoterápicos como Ginko Biloba ou mais fortes alopáticos como ... esqueci o nome.
Comecei a fazer palavras cruzadas, diziam que ajudava.
Brincava que um alemão estava me pegando,um tal de Alzheimer...
Passado o tempo, caindo na benção do conformismo,comecei a refletir na misericórdia divina do esquecimento.
Não preciso perdoar meus inimigos, pois não os tenho.
Se me fizeres mal, não te preocupes em breve esquecerei, e estarei sem-vergonhamente sorrindo pra ti.
Não penses que foi a magnitude do perdão, simplesmente me esqueci.
Ontem passa num piscar de olhos e durmo o sono dos justos porque tudo que se passou, o que fiz ou me fizeram, de bom ou de ruim, foi devidamente apagado da memória.
Pesco algumas lembranças boas, e tento trancafia-las numas gavetinhas para não perde-las. Daí alguns cheiros bons, me remetem ao passado num relance, que dura segundos e deixam uma sensação infinda de prazer revivido.
Existem também outras percepções como tatos e gostos, abraços apertados, cheiro de mato molhado, maresia, doce de mamão...
Outro dia ouvi uma preleção sobre o Pai Nosso, o orador dizia, que rezavamos ao Pai que perdoasse nossas dívidas assim como nós perdóavamos aos nossos devedores, e neste simples advérbio de modo, estavam concentradas nossas misérias.
Porque Deus dava o que pedíamos, e como nós não conseguiamos perdoar também assim não nos perdoavamos.
Daí refleti as graças que alcançava, pelo bem do esquecimento.
Sinceramente não me pesa o mal que tenho cometido pelo caminho, ou mesmo aquele que tenha sofrido.
Pois minha memória é péssima!
Como assim?
Lembro-me de letras de música inteirinhas que há anos escutava papai cantarolar no banheiro: " Minha vida era um palco iluminado eu vivia vestido de dourado..."
Lembro-me do nome completo dos meus amigos de primário: Mônica Chaud, Leilane, Luis Kôgi.
Sei a maioria das capitais do mundo, os rios afluente do Amazonas, a tabuada, o Teorema de Pitágoras e as fórmulas de Matemática necessárias para solução de um monte de problemas.
Sei reconhecer as pinturas e esculturas dos Grandes Mestres e de cor alguns poemas de Fernando Pessoa e Drumond.
Sei quem foi Odete Roittman e o jingle das Casas da Banha.
Cheguei a conclusão: não tenho problemas de memória, Deus apenas me concedeu uma grande Graça.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Hora do balanço final!





Primeira coisa a pensar: Mudança do nome do blog!
Não vai dar mais para ser antes dos 50!
Depois do dia 31 de dezembro teremos o Pós-50!
O emagrecimento que era o ponto de origem, ficou vergonhosamente para trás.
Ou não.
Tenho passado os últimos anos engordando 1, 2 ou mais kilos por ano, e neste ano, depois de tantas tentativas, que continuam a existir, não só não engordei mas perdi, oscilando entre - 3 e - 5 kilos, dependendo da semana.Com o que deixei de ganhar, devo contabilizar uma perda de 8 kilos hehehe
A verdade é que não consegui!
Emplacar nova rotina na vida, reeducação alimentar, fazer mais exercícios, ser mais disciplinada - Não foi em 2010!
2011 está aí, para mostrar que tudo pode ser diferente desta vez.
Sei que atitude de estar sempre recomeçando é bastante infantil.
Sei que para uma senhora de cinquenta anos estou bem atrasadinha quase retardadinha.
Dizem que o capricorniano nasce velho e vai rejuvenescendo com o passar dos anos.
Estou quase sendo uma prova viva deste teorema astrológico.
Fui uma criança séria, compenetrada, estudiosa, gostava de ler e visitar museus, frequentar bibliotecas e meditar. (Muito chaataa!)
Nada de correr, brincar de boneca, falar bobagens com as amiguinhas.
Agora nas portas dos cinquentinha pareço criança, rindo de tudo, brincando com a vida, falando bobagens com as amiguinhas...
Papo sério. A vida anda mais leve. Não, definitivamente não vou mudar o mundo!
Agora preciso fazer refletir no meu corpo físico esta leveza da vida.
Ser gorda, pesada, enfezada, não mais combina com meu astral.
Preciso de leveza para encarar a corrida atrás da bola, o pique pega, o soltar pipa.
Janeiro estou de férias.
Não estou pretendendo ir a lugar algum, já te contei.
Endereço de nova endocrinologista, já com o dedo no telefone.
Andar de manhãzinha na beira dágua.
Já que depois que o sol sai eu tenho que me esconder, num cinema ou num shopping refrigerado.
Ninguém merece 40º na moleira.
A caminho do novo blog.
Pós-50!
Tudo parece igual, mas alguma coisa mudou com certeza.
Não se vive impunemente.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Júlia nos seus 5 segundos de fama

Para quem ainda não viu

na globo, Tá do lado do cantor no finalzinho

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1391458-7823-VILA+ISABEL+FESTEJA+ANOS+DO+NASCIMENTO+DE+NOEL+ROSA,00.html

e este outro é na band

http://videos.band.com.br/v_80596_centenario_de_noel_rosa_comemorado_com_samba_e_feijoada.htm

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

MEU BARQUINHO - MENSAGEM N°1




Tenho andado pela vida como um barquinho à deriva, procurando onde ancorar, mas só encontrando pequenas baías em que se por alguns momentos acredito ser o Paraíso logo se mostram por algo a mais ou a menos, que não é ali que eu quero ficar, e saio outra vez por águas turvas ou cristalinas, calmas ou turbulentas, rotas erradas, direções trocadas,desvios não compreendidos...

Hoje não acredito mais em porto seguro, ancorei meu barquinho bem perto do meu coração e mergulhei de cabeça na minha alma. Nada do que eu procure está fora de mim, tudo o que sempre busquei está onde sempre esteve, bem dentro desta existência, soluções para todos os conflitos, remédios para todas as dores, riquezas que me abasteçam, sabedoria que me bastem...

É um mergulho profundo, num espaço infinito, ás vezes amedronta a falta de chão e a grandeza da empreitada; só que uma vez iniciada a jornada já não há retorno possível... O prazer de encontrar pequenos fachos de luz no caminho só nos fazem querer ir sempre além e além e descobrir a Infinita Luz da Bondade e da Sabedoria, a Luz do Amor Divino, a Luz Maior, Deus, o Mestre Sublime, o Pai, a Verdade, ou seja lá como você o queira chamar.

Se demorei a encontrar o local de ancorar meu barquinho? Não sei; só sei que muitos de nós nem sequer chegam a compreender que o importante é M E R G U L H A R!
Regina

Rio,27 de maio de 2006.

CARTA DE ENCERRAMENTO DO ESTUDO DO ESE


O estudo do Evangelho segundo o Espiritismo, estava me deixando ansiosa, afinal, eu nada sabia da vida de Cristo, nada sabia sobre religião, nem mesmo o básico de evangelização, aquele beabá antes da Primeira Comunhão.
Sempre tentei, desde criança me afastar das religiões que me cercavam: catolicismo e umbanda.
Minha avó mineira, por parte de pai,era muito católica, aprendeu a ler pelo seu livro de missa, rezava um terço para cada filho antes de dormir, imaginem que eram dezesseis...
Minha mãe, embora tenha estudado em colégio de freiras, por conta, acho eu, de uma doença grave em família, minha tia morreu de câncer aos 24 anos, se aproximou de uma família espírita umbandista, não havia Centros e as sessões eram feitas nas casas das famílias amigas, isto incluía a minha casa também.
Então da infância tenho estas poucos lembranças religiosas misturadas: procissão com velas pelas pequenas cidades mineiras, vovó de joelhos rezando infinitamente, cheiro de alfazema e benjoim na defumação preparando a casa e meu padrinho falando de forma estranha, coisas que eu não compreendia e preferia ficar no quarto.
Sim, o Pai de Santo, o médium que recebia o “chefe espiritual” daquelas sessões era meu padrinho de batismo. Confusão na minha cabecinha, que sem saber em que acreditar preferiu se abstrair nos livros e acreditar mesmo em Monteiro Lobato.
Bom, tava tudo indo bem, quando resolveram na escola primária que era hora de fazer a Primeira Comunhão.
Adentrava a sala para as aulas de religião uma freira de botar medo,ao perceber que um colega, o Wilson, podia se retirar das aulas, perguntei porquê, e descobri que para me livrar daquele castigo era só não ser católica.
Mamãe aquiesceu no primeiro ano, e também pude sair com o Wilson Bolão das aulas de religião.
No ano seguinte, não deu pra escapar, a freira era mais novinha, eu estava mas comportada, e acabei participando da festa da Primeira Comunhão, com outra turma.
Da primeira comunhão tenho a lembrança de uma foto horrível, vestida de branco, com um terço na mão e véu na cabeça, e de ter falado com o padre durante a confissão que eu não tinha pecados, coisa da qual me orgulho até hoje, as aulas de religião não foram suficientes para me induzir a culpa básica do catolicismo.
Continuei assim ignorante em termos religiosos até adulta.
Tomei consciência da minha Santa Ignorância quando perguntei inocente, já grávida, porquê daquele cestinho se chamar Moisés, levei um pito de uma prima que me contou a história do cestinho, aquela que eu deveria ter aprendido desde pequenininha.
Na faculdade estudei e me interessei pelos movimentos sociais, por Marx, Engels, Trotsky, estávamos na época das Diretas Já, e me vi cercada pelo Materialismo, me filiando a partidos, acampando, fazendo discursos sobre os direitos dos trabalhadores.
A religião estava definitivamente fora da minha vida.
Quando estava para me “casar”, meu futuro marido queria que houvesse um ritual religioso, e me levou a uma peregrinação por diversos tipos de templos, e resistindo bravamente a investida, casei-me só no civil.
Bom, não que eu fosse assim completamente alheia ao lado espiritual, ainda jovem fiz yoga e me interessava por parapsicologia,analise transcedental, tarô, runas, coisas do tipo.
Pulando uma boa parte da vida, onde Deus só participava das horas de aperto e das tradicionais idas a batizados e casamentos, só há cerca de uns seis anos, comecei a tentar entender realmente o Espiritismo. Por sorte, se sorte existisse, vim bater no Lar de Tereza, cujo objetivo e missão maior é educar as pessoas na Doutrina.
Assim, fiz o básico, os dois anos do Livro dos Espíritos e em 2010, começava o Evangelho, fiz o curso de Passes, e me senti realmente parte desta casa.

A cada aula, via que tão pouco sabia da vida de Cristo, me remoia pela minha ignorância, mas sentia que não adiantava nada me contrariar, só tinha que me aplicar mais do que os outros, e me consolava saber que ainda tinha pelo menos mais uma eternidade para aprender.
O importante é que eu já estava a caminho.
Escrevi um texto, no começo dos meus estudos, que explicava que eu tinha encontrado o meio de mergulhar no meu coração.(*)
E assim, apesar de pouquíssimo ter me livrado da ignorância, apesar de ainda pouquíssimo conhecer da vida de Jesus e do seu Evangelho, vejo minha vida ir se modificando, seus ensinamentos ecoando na minha vontade de melhorar a cada dia, posso me dizer, sem medo de estar cometendo algum erro Espírita.
Não ainda dos bons, mas tenho tido respostas de Deus ao meu empenho, e sei que estou no caminho certo, na Casa certa, no momento certo, e a cada dia meu ciração se abre para a compreensão deste Amor Infinito.
Obrigada aos espíritos de luz que me guiaram até aqui nesta caminhada.
Obrigada aos orientadores e amigos desta Casa de Luz, sempre tão compreensivos, sempre tão acolhedores.
Espero cada vez mais poder retribuir com trabalho, dedicação, e divulgação de uma boa imagem do Lar de Tereza.
Se puder ajudar a pelo menos mais uma boa alma a sair da ignorância das lições de Cristo.
Se puder ajudar as pessoas que me cercam com carinho, afeto, trabalho, caridade, dedicação e amor fraterno.
Se puder ouvir com carinho as boas intuições de tantos espíritos protetores, guardiões, amigos, e me aconselhar a cada dia que me resta desta encarnação, a cada dúvida, a cada dor, a cada turbulência, e me manter convicta e em paz com a vontade de Deus.
Terei cumprido minha missão nesta Terra, que não é grande, mas que é verdadeiramente única.
(*)vide "Meu Barquinho"